quarta-feira, 22 de julho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
PAPO AMARELO VENCE CONCURSO DE PERSONAGEM
Criação/Arte/Cor: Moacir TorresIsso mesmo, ficamos sabendo que o herói nacional Papo Amarelo, criação do cartunista e escritor Moacir Torres (Turma do Gabi) venceu o concurso Anima Heroes do ano de 2008, e só agora deram a notícia.
Segundo os organizadores o concurso contou com cerca de 50 personagens inscritos.Como premiação, ele será integrado ao portfólio da Dinamo Studio.
Daniel HDR, um dos jurados do WCS, foi quem apresentou esse torneio.
Maiores informações: http://www.dinamo.art.br/
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 31 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
PAPO AMARELO - GALERIA - SALVADOR-RAN
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
PAPO AMARELO - A ORIGEM

PAPO AMARELO – A ORIGEM
Autor: Moacir Torres
Janeiro de 1995, o desmatamento
e a matança desenfreada de jacarés e outros animais assustam as autoridades
governamentais; então eles aumentam o contingente policial nessas localidades.
Nessa nova safra de policiais
designados a proteger os ribeirinhos e as florestas do Matogrosso e da Amazônia,
encontra-se o Capitão Chico, um
paraense com vinte e dois anos, competente, formado em lutas marciais, um dos
melhores elementos da corporação.
Capitão Chico, numa batida para repreender e capturar
alguns caçadores de jacarés que estavam agindo no pantanal vê seu melhor amigo
cair sem vida à sua frente. Então ele fica furioso, e num ato impensado, dispara
contra os dois bandidos. Depois o policial chamou outros companheiros e levaram
os dois bandidos feridos para o hospital mais próximo, onde foram socorridos e
depois encaminhados para a prisão. Enquanto seu amigo já sem vida foi
encaminhado para sua terra natal, onde recebeu um sepultamento com honras
militares.
Depois daquele trágico episódio,
o Capitão Chico, um policial
florestal muito querido pelos ribeirinhos e moradores de Kakinã vilarejo localizado na divisa com a Amazônia, steriaishecimento. florestas, PAPO AMARELO, o
homem jacartas ganharam um importante e poderoso aliado, o capitcomeça a
elaborar um plano secreto, não se esquecendo de nenhum detalhe.
Inspira-se em heróis dos gibis
de sua infância e confecciona uma roupa toda verde e bem diferente, para
impossibilitar o seu reconhecimento junto aos caçadores, madeireiros e
garimpeiros ilegais da região.
A partir daquele instante a
natureza, os animais das florestas brasileiras ganharam um importante e
poderoso aliado, Papo Amarelo, que
passa a defendê-los e a protegê-los.
Para enfrentar seus inimigos, nosso
herói verde utiliza somente os punhos, os pés e a mente, armas essas que são
mais eficazes que qualquer arma de fogo. Assim surge aquele que já é uma lenda
viva entre os índios e ribeirinhos da Amazônia
e do Matogrosso.
FIM..
quarta-feira, 11 de junho de 2008
PAPO AMARELO

AS AVENTURAS DE PAPO AMARELO
“O espírito verde da floresta Amazônica”
Autor: Moacir Torres
Ano de 2008 – A comunidade mundial comenta sobre a devastação que a terra sofreu nestes últimos séculos, bem como a possível falta de água em alguns países em pouco tempo. Dentro dessas discussões fala-se da Amazônia, a maior área verde do planeta que também vem sofrendo com constantes desmatamentos, queimadas, extinção de animais e muitas outras atrocidades.
Enquanto isso, nosso herói Papo Amarelo deixa as convenções e as formalidades de lado, e age solitário pra tentar amenizar o problema na Amazônia brasileira.
Certo dia chega ao vilarejo de Kakinã, algumas pessoas que se diziam fazer parte de uma ONG que estava preocupada com a floresta amazônica, só que estavam mesmo atrás de capturar animais da fauna brasileira para vender para o exterior.
Capitão Chico, guarda florestal muito conhecido na região, fazia rondas por Kakinã naqueles dias e ficou sabendo da chegada dos ilustres visitantes, e resolveu fazer uma investigação. Então quando eles adentraram na mata com a ajuda de um guia da localidade, o capitão resolveu segui-los para ver o que realmente eles queriam por aqueles lados.
Percebendo as más intenções daqueles caçadores disfarçados de turistas, colocou seu disfarce verde, seguindo-os por entres as grandes árvores.
Não muito longe dali, eles pararam e abriram uma clareira, montaram acamamento e colocaram várias armadilhas ao redor para pegar alguns animais típicos da região. Então Papo Amarelo subiu numa enorme árvore e ficou observando a ação dos falsários, que aos poucos iam capturando os indefesos e famintos animais.
Chegou à noite e nosso herói resolveu descer para libertar as espécies que foram presas.
Enquanto alguns dormiam em suas barracas, um vigiava todo o acampamento e percebeu algo estranho vindo de onde estavam as gaiolas com os animais, então foi até lá para ver o que era. Quando se aproximou, nosso herói com um golpe certeiro derrubou-o no chão, caindo desfalecido. Papo Amarelo foi rápido, soltou alguns animais e voltou para a floresta. Os que estavam dormindo acordaram assustados e encontraram o amigo desmaiado próximo as gaiolas vazias. O chefe deles ficou tão bravo que gritava tão alto que assustou todos dali. Até que o guia deles disse que quem havia soltado os bichos, certamente era Papo Amarelo. Então todos ficaram curiosos e queriam saber que bicho era aquele que soltou alguns animais. Então o guia começou a contar à história que alguns índios diziam que Papo Amarelo era um espírito verde que habita a floresta amazônica e sempre aparece para libertar os animais, espantar caçadores, destruidores das florestas e garimpeiros. Todos ficaram assustados com a história, e decidiram que ao amanhecer retornariam para o vilarejo levando as poucas espécies que ainda estavam com eles. Amanheceu no acampamento e todos acordaram com os poucos raios do sol que desciam por entre as árvores. Arrumaram tudo e voltaram pela trilha que tinham feito em direção ao vilarejo de Kakinã. O que eles não sabiam é que logo mais a frente encontrariam com o espírito verde.
Eles caminhavam tranqüilamente quando foram surpreendidos por Papo Amarelo, que desceu da árvore pendurado por um cipó e começou a lançar golpes precisos até tirar todos do combate. O guia viu de longe a briga e resolveu cair fora dali. Enquanto isso nosso herói amarrava os malfeitores no tronco de uma grande árvore. Soltou os outros animais que saiam felizes e embrenhavam na mata. Não demorou muito e chegou uma patrulha florestal e levou os bandidos, enquanto Papo Amarelo observava tudo do alto da árvore. Os guardas levaram os bandidos até o vilarejo e depois seguiram até Manaus. Capitão Chico cuidou pessoalmente de encaminhar os larápios para a prisão.
No vilarejo de Kakinã não se falava de outra coisa a não ser do ato heróico de Papo Amarelo.
Dessa vez nosso herói solitário conseguiu pegar esses elementos, mas quantos outros ainda virão para continuar destruindo esse paraíso verde que é a Amazônia?
Fim
“O espírito verde da floresta Amazônica”
Autor: Moacir Torres
Ano de 2008 – A comunidade mundial comenta sobre a devastação que a terra sofreu nestes últimos séculos, bem como a possível falta de água em alguns países em pouco tempo. Dentro dessas discussões fala-se da Amazônia, a maior área verde do planeta que também vem sofrendo com constantes desmatamentos, queimadas, extinção de animais e muitas outras atrocidades.
Enquanto isso, nosso herói Papo Amarelo deixa as convenções e as formalidades de lado, e age solitário pra tentar amenizar o problema na Amazônia brasileira.
Certo dia chega ao vilarejo de Kakinã, algumas pessoas que se diziam fazer parte de uma ONG que estava preocupada com a floresta amazônica, só que estavam mesmo atrás de capturar animais da fauna brasileira para vender para o exterior.
Capitão Chico, guarda florestal muito conhecido na região, fazia rondas por Kakinã naqueles dias e ficou sabendo da chegada dos ilustres visitantes, e resolveu fazer uma investigação. Então quando eles adentraram na mata com a ajuda de um guia da localidade, o capitão resolveu segui-los para ver o que realmente eles queriam por aqueles lados.
Percebendo as más intenções daqueles caçadores disfarçados de turistas, colocou seu disfarce verde, seguindo-os por entres as grandes árvores.
Não muito longe dali, eles pararam e abriram uma clareira, montaram acamamento e colocaram várias armadilhas ao redor para pegar alguns animais típicos da região. Então Papo Amarelo subiu numa enorme árvore e ficou observando a ação dos falsários, que aos poucos iam capturando os indefesos e famintos animais.
Chegou à noite e nosso herói resolveu descer para libertar as espécies que foram presas.
Enquanto alguns dormiam em suas barracas, um vigiava todo o acampamento e percebeu algo estranho vindo de onde estavam as gaiolas com os animais, então foi até lá para ver o que era. Quando se aproximou, nosso herói com um golpe certeiro derrubou-o no chão, caindo desfalecido. Papo Amarelo foi rápido, soltou alguns animais e voltou para a floresta. Os que estavam dormindo acordaram assustados e encontraram o amigo desmaiado próximo as gaiolas vazias. O chefe deles ficou tão bravo que gritava tão alto que assustou todos dali. Até que o guia deles disse que quem havia soltado os bichos, certamente era Papo Amarelo. Então todos ficaram curiosos e queriam saber que bicho era aquele que soltou alguns animais. Então o guia começou a contar à história que alguns índios diziam que Papo Amarelo era um espírito verde que habita a floresta amazônica e sempre aparece para libertar os animais, espantar caçadores, destruidores das florestas e garimpeiros. Todos ficaram assustados com a história, e decidiram que ao amanhecer retornariam para o vilarejo levando as poucas espécies que ainda estavam com eles. Amanheceu no acampamento e todos acordaram com os poucos raios do sol que desciam por entre as árvores. Arrumaram tudo e voltaram pela trilha que tinham feito em direção ao vilarejo de Kakinã. O que eles não sabiam é que logo mais a frente encontrariam com o espírito verde.
Eles caminhavam tranqüilamente quando foram surpreendidos por Papo Amarelo, que desceu da árvore pendurado por um cipó e começou a lançar golpes precisos até tirar todos do combate. O guia viu de longe a briga e resolveu cair fora dali. Enquanto isso nosso herói amarrava os malfeitores no tronco de uma grande árvore. Soltou os outros animais que saiam felizes e embrenhavam na mata. Não demorou muito e chegou uma patrulha florestal e levou os bandidos, enquanto Papo Amarelo observava tudo do alto da árvore. Os guardas levaram os bandidos até o vilarejo e depois seguiram até Manaus. Capitão Chico cuidou pessoalmente de encaminhar os larápios para a prisão.
No vilarejo de Kakinã não se falava de outra coisa a não ser do ato heróico de Papo Amarelo.
Dessa vez nosso herói solitário conseguiu pegar esses elementos, mas quantos outros ainda virão para continuar destruindo esse paraíso verde que é a Amazônia?
Fim
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